como um coqueiro
que não espera o vento
que não anseia o mergulho
que não admira o mar
que apenas dá coco e
que o coco cai no chão
e as raízes engolem sal e sal e sal
como um coqueiro verde,
em uma tarde de sonolencia
que não sente sono em seus cem anos de sono
acordado e dormindo.
o coqueiro medita.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
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